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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Assembleia para deliberar sobre proposta de PLR é dia 22/07.

FNP indica rejeição!
Acontece no próximo dia 22 de julho, sexta-feira de semana que vem, na sede e sub-sede do Sindipetro-LP, Assembleia para votar a 2ª proposta de PLR apresentada pela Petrobrás nesta quinta-feira (14/07).

Em Santos, a primeira convocação acontecerá às 17h30, e segunda convocação às 18h. Já em São Sebastião será às 17h00 (em primeira convocação) ou às 17h30 (em segunda convocação). Logo após, às 19h, também na sub-sede, a assembleia acontecerá com os trabalhadores da UTGCA.

Proposta é afronta à categoria
Em relação à primeira proposta, feita no dia 9 de junho, há mais de um mês, a empresa aumentou o valor de PLR em apenas R$ 1 mil. Além disso, o valor fixo (abono) oferecido para todos os empregados teve um acréscimo de R$ 380,00 em relação ao primeiro valor.

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e seus sindicatos indicam a rejeição da proposta, uma vez que está muito aquém dos lucros obtidos pela empresa em 2010 e muito distante da nossa exigência de PLR Máxima e Igual para Todos.
Sindipetro-LP
Caraguablog/JFPr

domingo, 17 de julho de 2011

Trabalhadores de terceirizada da Petrobras fazem movimento em frente da prefeitura

Jornal Imprensa Livre - 16/07/11
Nesta sexta-feira, 15, às 12h, cerca de 200 trabalhadores da empreiteira Schahin Engenharia, que presta serviços para Petrobras, se reuniram em frente à Prefeitura Municipal de Caraguatatuba organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Mobiliário e Manutenção Industrial (Sintricom) de São José dos Campos e Litoral Norte.

A ação tinha o objetivo de conquistar apoio do prefeito e dos vereadores na luta para obtenção do adicional da periculosidade, sendo então, um aumento de 30% pelos riscos que envolvem os trabalhos realizados por eles. Totalmente paralisada há 10 dias, os 200 funcionários que reivindicam seus direitos que há mais de quatro meses teriam que ter recebido, desde o dia em que o gás entrou em funcionamento nos dutos. “A unidade não foi inaugurada mais está operando”, revelou o presidente do sindicato Marcelo Rodolfo da Costa.

Costa ainda conta, que há dois meses, o Ministério do Trabalho fez vistorias no local, e no relatório apontaram que existem riscos, dando o direito ao adicional de periculosidade. No entanto um laudo feito pela Petrobras indica que no local não existem nenhum tipo de riscos. E em audiência, realizada na última terça-feira, em Campinas, a empresa teria apresentado 5% até o apontamento de um perito e o resultado do legislativo, não assumindo também o aumento de meses anteriores.

Estiveram no local, representantes dos sindicatos de Taubaté e Espírito Santo, que deram apoio ao movimento.

“Tem que gritar onde está doendo. Quem calça botinas são vocês”, palavras pronunciadas pelo representante do Espírito Santo. O intuito daquele movimento era o apoio do prefeito, isso por que segundo o presidente, o prefeito tem que cuidar do seu território. No entanto lembrou que a Câmara estava em recesso. “Aquele vereador que de fato tem compromisso com o povo, não fica em recesso” ressalta.

As palavras de todos representantes eram voltadas a incentivar o trabalhador e chamar a atenção para as reivindicações. “Onde a Petrobras cria uma unidade faz essas palhaçadas”, conta.

Nessa semana o Imprensa Livre publicou uma matéria referente à greve, nela além de relatar os problemas dos trabalhadores, havia todos os lados envolvidos. Em contato com a Petrobras, ela informou apenas que a paralisação continua e que a greve não estaria prejudicando o andamento das obras de expansão do gasoduto, visto que se trata de obra de expansão, com prazos de quatro a cinco anos para ser concluída.
Nela, Schahin afirmou que acredita que o adicional exigido pelo sindicato está em desacordo com a legislação trabalhista e de segurança do trabalho. E que a greve é ilegal. A reportagem entrou em contato com a empresa Schahin, mas até o fechamento da matéria não obteve a resposta.

Os trabalhadores
Segundo os trabalhadores, muitos fazem viagens para chegar ao local do trabalho, deixando mulheres e filhos em outras cidades, “tudo para dar uma vida adequada aos seus dependentes”, enfatiza os trabalhadores. Outros, conforme relatos, encaram as mudanças e trazem a família para viver na cidade.

Isso acontece, com o soldador da terceirizada, que não quis se identificar. Ele mora em Caraguatatuba há mais de dois anos e trouxe sua mulher e três filhos do Mato Grosso do Sul. Atualmente trabalha dentro do galpão e faz outros tipos de serviços lá dentro. “Sou soldador, mas faço montagens. Em alguns lugares existe mecânico soldador, mas na terceirizada não”, explica. Para o C.M., 31 anos, que há mais de dois trabalha de mecânico, riscos existem há muito tempo. “Existe armazenamento de combustível, a voltagem das máquinas que fazem escavação é alta, os túneis chegam a ter mais de 50°C, levanta muita fumaça e pó e já foi usado explosivo para abrir os túneis”, explica.

Ele, ainda informa que se fala em risco com a chegada do gás. “Para chegar nesse processo houve muitos riscos”, conta. Para Gilberto Vieira Rosa, 35 anos, que há nove meses trabalha como pedreiro, por ser espaço confinado, precisar usar cilindros de oxigênio, e muitos dos trabalhadores realiza cursos para segurança antes de iniciar o serviço, indica que a empresa sabe dos riscos expostos.

Prefeitura
Depois de 40 minutos de protesto, os manifestantes chamaram representantes do movimento ao gabinete da prefeitura. O presidente do Sindicato e mais quatro trabalhadores participaram da conversa. Depois de 10 minutos voltaram e anunciaram a todos, que o prefeito Antonio Carlos não estava no momento, porém informaram que vão marcar uma reunião com os responsáveis da empresa. Mas o presidente ressalta que se não houver atendimento, eles novamente irão se movimentar.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Funcionários de terceirizada da Petrobras fazem greve e pedem adicional de 30%

Sindicato reivindica adicional de periculosidade aos cerca de 200 trabalhadores; empresa diz que exigência está em desacordo com a legislação e que a greve é ilegal
Thereza Felipelli / Jornal Imprensa Livre

Em greve desde segunda-feira, cerca de 200 funcionários da empreiteira Schahin Engenharia, prestadora de serviços para a Petrobras na construção do gasoduto de Caraguatatuba, querem o pagamento de adicional de 30% de periculosidade.

Segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil do Mobiliário e Manutenção Industrial (Sintricom) de São José Campos e Litoral Norte, o adicional está sendo solicitado porque um dos dutos começou a funcionar e transmitir gás há aproximadamente três meses, implicando em riscos aos funcionários, que trabalham ao lado da tubulação.

“Assim que começou a passar gás ali, entramos em contato com a empresa, onde nos disseram que o adicional seria pago assim que algum órgão competente dissesse que tinham que pagar”, relata o vice-presidente do Sintricom, Rodrigo Chagas Mendes. “Em seguida, o Ministério do Trabalho (MT), após fiscalizar a obra, afirmou que a empresa era obrigada a pagar o adicional para todos”, continua.

“Com base no relatório, cobramos que os 30% fossem acertados no pagamento do dia 30 de junho. Antes disso, no dia 27, protocolamos um documento dizendo que se o adicional não fosse pago os funcionários entrariam em greve”, comunicou Mendes.

Ainda de acordo com o vice-presidente do sindicato, a primeira audiência de conciliação entre a empresa e os trabalhadores será realizada na terça-feira, às 16h30, em Campinas. “Se não houver um consenso, será designado um perito para verificar se há mesmo periculosidade, mas o MT é um órgão federal e nosso argumento é forte. No caso de não haver conciliação, vai para julgamento”, informa.

Schahin
Em nota, a Schahin afirmou que entende que “o adicional exigido pelo sindicato está em desacordo com a legislação trabalhista e de segurança do trabalho, sendo, inclusive, a greve também ilegal. Em razão disso, foi proposto dissídio de greve no Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, com audiência inicial agendada para o dia”.

Petrobras
Segundo a Assessoria de Imprensa da Petrobras, a greve não prejudica o andamento das obras de expansão do gasoduto, visto que se trata de obra de expansão, com prazo de quatro a cinco anos para ser concluída.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ESTADO DE GREVE CONTINUA, MAS FUNCIONÁRIOS VOLTAM AO TRABALHO.

GREVE NA UTGCA – Caraguatatuba
Depois de mais de vinte dias paralisados, funcionários da Petrobrás, que atuam nas três unidades da estatal – Merluza, Mexilhão e UTGCA (Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato), voltaram hoje as atividades.
A pesar do retorno, o grupo de manifestantes manteve o estado de greve e ainda não desistiram de conquistarem as reivindicações, entre elas, o Dissídio Coletivo.
A categoria aprovou várias ações durante Assembleia Geral realizada na sede do Sindicato em Santos e na sub-sede em São Sebastião, do Litoral Paulista.
Fonte: Sindipetro LP
Caraguablog/JFPr

segunda-feira, 21 de março de 2011

Paralização UTGCA segue forte e Mexilhão adere ao movimento

Iniciada na última quarta-feira (16/03), a paralisação por tempo indeterminado na UTGCA, em Caraguatatuba, segue forte e ganhou nessa quinta-feira (17/03) um importante reforço: os petroleiros da Plataforma de Mexilhão aderiram ao movimento, não emitindo PT’s (Permissão de Trabalho) durante duas horas, entre as 7h e 9h.
Petroleiros paralisados

Para ampliar e fortalecer a luta encampada pelos trabalhadores da UTGCA, os petroleiros embarcados em Mexilhão farão uma reavaliação do movimento, a fim de estudar novas formas de mobilização. Todas as orientações já foram transmitidas pelo Sindicato aos petroleiros embarcados na Plataforma de Merluza. A intenção é que eles também se juntem ao protesto.
O Sindipetro-LP também irá mobilizar outras unidades do Litoral Paulista para reforçar a luta pelo reconhecimento de direitos e melhores condições de trabalho e segurança na unidade.
Até agora a Petrobrás não se posicionou de maneira satisfatória em relação às demandas e reivindicações da categoria, cobradas há meses sem solução. Pelo contrário, a única medida tomada pela UO-BS foi uma tentativa de desarticular a mobilização por meio de uma liminar judicial.
“O importante, gente, é não baixar a guarda e todos os petroleiros da nossa base se solidarizarem com essa luta”, afirmou o coordenador geral do Sindicato, Ademir Gomes Parrela.
HOJE
Acontece nesta segunda-feira (21/03), na sede e sub-sede do Sindipetro-LP, Assembleia Geral Extraordinária para deliberar por mobilização e apoio à luta da UTGCA e plataformas.
Em Santos, a assembleia será às 17h30, com segunda chamada às 18h; e em São Sebastião será realizada às 17h, com segunda chamada às 17h30.
Fonte: Sindipetro – LP
Caraguablog/JFPr