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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

São Sebastião: Computadores públicos estão desligados há 3 anos no Jaraguá

Dez computadores, impressora e projetor multimídia estão instalados em uma das salas do centro comunitário do Jaraguá, em São Sebastião. Os equipamentos foram doados pelo Ministério das Comunicações há cerca de 3 anos, mas nunca chegaram a entrar em operação.

Inconformado com a situação, o vereador Paulo Henrique, o PH, buscou informações junto ao Ministério. Segundo apurou, o funcionamento do telecentro está liberado desde a sua instalação. Além disso, a responsável pelo local afirma que as máquinas estão em perfeito estado, pois passam por manutenções periódicas custeadas pelo próprio Ministério.


“É um espaço que deveria estar servindo para realização de trabalhos, pesquisas escolares, digitação de textos e acesso gratuito à Internet pela comunidade da Costa Norte”, declara PH. “Infelizmente está desativado, sem qualquer utilidade”, lamenta o vereador, que encaminhou um requerimento ao prefeito cobrando o funcionamento imediato do telecentro.

O mais grave é que, de acordo com o termo de doação, a prefeitura se comprometeu a conservar o telecentro em funcionamento pelo prazo de cinco anos a partir da data de sua instalação. Como isto não ocorreu, a Prefeitura pode ser multada e obrigada a indenizar o Governo Federal no valor correspondente aos bens doados. O município também pode ser incluído nos cadastros de inadimplentes da União.

PH lembra ainda que deveria ter sido criado um conselho gestor do Telecentro Comunitário cuja função é acompanhar as atividades realizadas e sugerir melhorias na utilização da unidade.

“Para muitas pessoas, comprar um computador e pagar mensalmente por uma Internet de banda larga é impossível. Estamos vivendo na Era da Informação, na qual os governos têm a obrigação de favorecer a inclusão digital”, conclui PH.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Caraguá: filhote de golfinho é encontrado morto no Indaiá

Caraguablog posta carta recebida de leitora


Prezados,

Ontem fui testemunha de uma triste cena em Caraguatatuba.
Ao passear com minha filha na praia, encontramos em frente ao quiosque 46, na praia do porto Novo, um filhote de golfinho morto. Na hora ligamos para a PM que pediu para ligar para os bombeiros, que pediu para ligar para a polícia ambiental, que pediu para ligar para a prefeitura, mas como era um domingo, claro que não havia ninguém na prefeitura.

Acredito eu que o correto seria a policia ambiental recolher à espécie, já que se trata de um animal que corre o risco de extinção, e levar para estudos.

Aparentemente o golfinho foi morto por redes de pesca, mas fiquei sabendo que também não é a primeira vez.  De qualquer maneira deveria ser analisado, já que o fator da morte poderia ter sido outro.

Uma triste cena, e mais triste ainda é ficar impotente diante do poder publico que fica jogando a responsabilidade um para o outro.

O dono do quiosque ainda disse que se ninguém vier buscar ele teria que enterrar, senão os urubus iriam invadir tudo.

Aí fica a pergunta: Como devemos proceder diante de cenas semelhantes?

Priscila Aro
Cel: (12) 8188-0221